O blog vai tratar da mitologia, dando uma maior ênfase a um dos maiores temas assim abordados sobre a história antiga, Apolo como centro do universo...
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Conclusão da Internet na educação
Quando falamos de Educação, levantamos vários assuntos a serem tratados, pois para chegarmos a uma coclusão exata temos que fazer várias pesquisas sobre este tema.
Então vamos penar na educação como meio vincunlado a internet, sabemos que a tecnologia aumenta a cada dia nos colocando no mundo virtual a cada instante, por isso educadores além de saber tratar sobre o assunto tenhe que saber ter um dominio maior sobre os seus aplicados, o que quero falar é, temos site de relaciomentos onde encontramos diversos assuntos seja eles educacionais ou não, mas contudo o é visto é que além de tudo que acontece neste meio podemos encontra a facilidade e a dimensão de assuntos a serem pesquisados por todos estes alunos.
Com isso podemos sim conciliar a internet junto a educação para sim colocar este aluno a essa tecnologia que avança a cada dia.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Coração partido...
Entre os amores mais conhecidos de Apolo, distiguem-se quatro mulheres, Dafne, Coronis, Marpessa e Cassandra, e dois homens, Jacinto e Ciparissos.
Dafne, aparece em várias versões na vida de Apolo, este apaixonado por Dafne esta apaixonada por Lêucipo filho do rei de Pisa, Apolo por ciúmes, prepara uma armadilha para Lêucipo fazendo com que as ninfas os convidem para folguedos na água, situção em que o disfarce de Lêucipo se torna claro a todas. Descobrindo então que Lêucipo é um homem, as Ninfas o matam.
Apolo buscava o amor de Dafne no entanto ela o desdenhava, onde foi perseguida por ele, implorando a sua protetora Gaia que abrisse uma fenda para escondê-la. Dafne, assim desaparece sob a terra e no, local, nasce o loureiro, desde então a árvore sagrada de Apolo.
Pela tradição homérica, a jovem Coronis já estava grávida de Apolo quando se apaixonou pelo arcádio Ísquis e Apolo, desconfiado, dá a um corvo, ave que à época era branca, a tarefa de espiona Coronis. Quando o corvo lhe contou dos encontros de Coronis com Ísiquis, Apolo pede vigança à sua gêmea Ártemis, que mata Coronis com flechadas
Durante o funeral de Coronis, quando o fogo da pira começava a queimar o corpo da jovem, Apolo teria resgatado o filho , Asclépio, da barriga da sua mãe.
Quanto a Coronis, ela passou a viver no céu formando a constelação do corvo. O interessante dessa tradição é que, em grego antigo, a palavra corvo é muito próxima de Coronis. Denunciada por um corvo, brilha eternamente na forma de um deles.
No que se refere a Marpessa, conta a história que esta começou de maneira muito triste. Eunos, rei das águas teve uma filha chamada Marpessa, que significa " de belos tornozelos".
Decidido a manter sua filha virgem para sempre, a deixava trancada a sete chaves e a cada pretedente que se aproximasse dela o pai o matava e ainda arrancava sua cabeça exibindo-a espetadas em postes.
No entanto Apolo já estava apaixonado pela jovem, quando a se aproximar dela seu pai o afoga no rio depois de ter matado seu cavalos, dai então começa a perseguição feitas pelo próprio Apolo, foi necessário Idas enfrentasse o deus com suas flechas, em defesa de Marpessa, que teria sido estrupada por Apolo. A disparidade foi tamanha que Zeus interfere separando Apolo de Idas e dando o direito de Marpessa escolher com quem queria ficar, Marpessa por sua vez escolhe ficar com Idas, por temer que Apolo a deixa-se depois que ela ficasse velha.
Marpessa fica grávida e mais tarde não satisfeito de tudo que havia acontecido Apolo rapta a criança a dar a ela o nome de Cleópatra.
A história de Cassandra e Apolo figura uma das mais tristes. Filha do rei de Tróia, a belissima Cassandra tinha o dom da profecia, por conta de uma de suas profecias que estava diretamente ligada a Apolo, este fez a proposta de se casarem, onde Cassandra não aceitou levado assim a Apolo à condenar a não ser jamais acreditada quando fizesse qualquer profecia.
Cassandra diante da tortura de não apenas prever que Tróia estava para sofrer um ataque, sem ser acreditada, mas também de não poder avisar sobre o que viu.
Não perdoada pelo que tinha visto e não contara aos seus companheiros Cassandra foi levada para Tróia como escrava concumbina pelo próprio rei de Micenas Agamenon, e é assasinada junto com ele.
Apolo e Jacinto, visto no munto antigo como outro final trágico diante da impossiblidade de o amor divino por um mortal ter um desenrolar feliz.
Jacinto, em grego era um belo jovem de Esparta, mas apartir daí as fontes diferem. Atraido por sua extraordinária beleza , Apolo apaixona-se por ele e a tudo abandona para fazer-lhe companhia.
Ciparissos despertou o amor de Apolo e, reproduzindo a mesma escolha presente no mito de Jacinto, também do vento Zéfiro.
As várias faces do mito...
Apolo entre todos os deus da mitologia antiga, foi sem dúvida om ais versátil, combinando a proteção das artes como semeador de pragas, sem que nisso se visse contradição.
Dessa maneira, Apolo é conhecido por dezenas de formas, nomes e epítetos;
Apolo é deus multifacetado, veja uma lista de seus epítetos, isto é, de seus codinomes;
ACERSECOMES: significado o Apolo de bela cabeleira, composta por cachos dourados que nunca foram cortados.
AIGLETES: o deus radiante
AGRAIOS: o caçador. Este era o nome do templo erguido em sua honra na cidade de Megara, depois de ele ter morto o leão de Cithaeron.
AGIEUS: nome pelo qual se designava Apolo quando protetor dos espaços públicos.
AMUCLAIOS: devido seu santuário na cidade de Amiclae, na Lacônia. Ao descrever esse santuário, o viajante e o geógrafo Pausânias, menciona a enorme e antiga estátua representado o deus, com um capacete e armado com e seu arco e flechas.
ARQUEGETES: é a referência a Apolo como guia e protetor das colônias e fundador de cidades.
BOEDROMIUS: especificando tratar-se de quem ajuda na hora do perigo, como especialmente nominado em Atenas, por ter ajudado a cidade a defender-se do ataque das Amazonas, vencendo-as no mês de Boedromion (agosto-setembro), a partir de quando as festas chamadas Boedromia passaram a ser realizadas.
CARNEIOS: epíteto muito popular de Apolo, sob o qual ele foi venerado em quase toda a Grécia, embora haja consenso sobre a origem de tal nome, certamente por tratar-se de culto muito antigo, correspondido inclusive pelo festival de Carnéia. Há tradição que explica o nome em função de Carneius, filho de Zeus e Europa, criado por Leto e Apolo. Outra versão o liga ao adivinho Carnus, morto por Hipotes, contra cujo exército o entraivecido Apolo manda uma praga.
CINTIUS: em função do nome do Monte Cíntus, de sua Delos natal.
DELIUS: também ligado à sua Delos natal.
DELFINIUS: assim chamado por causa do mito de ter-se metamorfoseado em golfinho ou de ter cavalgado em um deles pelos mares, para guiar colonizadores cretenses até Delfos...
O nascimento de Apolo
No hino de homérico "Apolo Deliano", Leto passa por um trabalho de parto que dura nove dias e nove noites, sempre auxiliada por Ártemis, até o nascimento do deus.
Estavam presentes as deusas Réia, Têmis, Ichnaea, Afordite e Anfitrite, esposa do protetor Poseidon, e Dione, estas serviam como testumunhas rituais para aquele nascimento dinático, comprovando a autenticidade da filiação.
A ilha de Delos foi então circundada por cisnes e, segundo Pindaro, quatro grande colunas fixaram no fundo do mar aquele seria um dos mais importantes templos de Apolo na Antiguidade. Zeus não deixou de demostrar seu contentamento pelo nascimento dos filhos, presenteando-os com arcos e flechas, de prata para Ártemis, e de ouro para Apolo.
Leto assume o papael de plácida matrona olímpica, muitas vezes representada tocando harpa, ao lado de Zeus, ou tecendo, segundo o modelo da deusa-mãe oriental. Com os dois filhos, Leto é o centro da chamada " trindade deliana".
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O Deus da Luz...
Filho de Zeus com Leto, a filha dos titãs Coeus e Phoebe, Apolo é, portanto, neto de titãs, filho de deus supremo do Olimpo e ele é uma das doze divindades olimpicas. Deus da luz por exelência, é mais tarde identificado como Hélios, deus do sol, ou Febo, deus da luz, enquanto sua irmã gêmea, Ártemis, a deus da caça, é identificada como Selene, deusa da lua. Como deus do sol ou da lua, Apolo guia a carruagem do Sol, responsável pela existência do dia.
Luz que dá a vida, Apolo é o deus das curas e da proteção contra as doenças, é também o deus das profecias e da música, o protetor das musas e dos rapazes, como deus das profecias, Apolo presidia vários oráculos, sendo o mais importante entre eles o de Delfos, que era consultado por gregos e estrangeiros vindos de terras distantes.
Simbolo da beleza masculina, Apolo, era paradoxalmente infeliz, pois em todos os seus amores fora recusado por quase todas as mulheres de quem se aproximou.
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